Geral

Os profissionais da área da saúde, como médicos, enfermeiros e dentistas, contratados por municípios de até 20 mil habitantes para trabalharem no Sistema Único de Saúde (SUS) terão direito à dedução de 90% do Imposto de Renda (IR) retido na fonte.

É o que determina o parecer da deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), aprovado na Comissão de Seguridade Social e Família. O parecer foi apresentado ao Projeto de Lei 5699/09, do deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR). O projeto concede o benefício fiscal apenas para os médicos. A relatora estendeu a todos os profissionais de saúde que atuam no SUS.

Segundo o texto aprovado, o direito ao benefício será adquirido somente após período mínimo de 24 meses de trabalho. Além disso, o desconto no IR retido na fonte alcança apenas os profissionais que atuam no atendimento a pacientes. Enfermeiro que atue na área administrativa do posto ou hospital, por exemplo, não terá direito aos 90% de dedução do imposto.

Desigualdade
Geovania de Sá afirmou que o objetivo da proposta é criar um estímulo financeiro para atrair profissionais de saúde para as pequenas cidades do interior do País, onde há carência de pessoal. “A chegada de médicos e dentistas, atraídos por melhores salários, propiciará uma sensível melhoria na atenção à saúde da população residente nos pequenos municípios”, disse.

A deputada afirmou que um dos principais problemas da saúde pública no Brasil é a desigualdade na distribuição dos recursos entre as cidades. “Enquanto os grandes centros urbanos oferecem uma grande variedade de serviços de saúde de alta complexidade, os pequenos municípios, em especial os situados nas regiões Norte e Nordeste, não têm sequer acesso à atenção básica.”

Tramitação
O projeto será analisado agora, em caráter conclusivo, pelas comissões de Finanças e Tributação; e Constituição e Justiça e de Cidadania.

Os Correios foram destaque no prêmio Tela Viva Móvel 2018 pela solução Pague.Mobi, na categoria utilidade pública/inclusão social. O serviço permite que pessoas físicas e jurídicas utilizem as agências dos Correios em qualquer município brasileiro para efetuar depósitos e saques em uma conta digital da conta.MOBI, usando apenas o CPF.

Além disso, o Pague.Mobi foi contemplado como case do ano pelo voto popular.

O prêmio Tela Viva Móvel 2018 recebeu mais de 80 inscrições de cases lançados no ano passado no Brasil, distribuídos entre cinco categorias: Chatbots; Entretenimento; Mobile Marketing; Utilidade Pública/Inclusão Social; e Vida Móvel. Com base em três critérios (inovação; execução; e resultados), o júri selecionou 25 finalistas – cinco em cada categoria. Esses finalistas participaram de uma votação popular ao longo de duas semanas.

Foram entregues dois troféus por categoria: um para o case mais bem votado pelo público e outro para aquele mais bem avaliado pelo júri. Além disso, houve dois troféus especiais: um para o case mais bem votado dentre todos os finalistas de todas as categorias, e outro para aquele mais bem avaliado pelo júri dentre todos os finalistas de todas as categorias.

Flexibilização vale para as emissoras comerciais. Já as rádios educativas continuam obrigadas a transmitir o programa às 19 horasO Plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (13) proposta que permite às emissoras de rádio retransmitirem o programa Voz do Brasil em horários diferentes do atual (19h às 20h). A matéria será enviada à sanção.

O texto aprovado é um substitutivo do Senado ao Projeto de Lei 595/03, que acaba com a obrigatoriedade de as emissoras comerciais privadas transmitirem o programa às 19 horas, mas, nesse mesmo horário, deverão informar ao ouvinte quando a Voz do Brasil irá ao ar naquele dia, contanto que a transmissão ocorra até as 22 horas.

As rádios educativas continuam obrigadas a transmitir às 19 horas, assim como as vinculadas aos poderes legislativos nos dias em que não houver sessão deliberativa no plenário da respectiva Casa. A nova regra abrange as emissoras dos legislativos federal (Câmara e Senado), estaduais (assembleias legislativas e distrital) e municipais (câmaras de vereadores).

De acordo com o texto, os casos especiais de flexibilização ou dispensa de retransmissão do programa serão regulamentados pelo Poder Executivo.

Divisão do tempo
As regras de divisão do tempo total de 60 minutos são explicitadas, pois atualmente, no Código Brasileiro de Telecomunicações (Lei 4.117/62), não existe subdivisão no tempo do programa destinado ao Congresso Nacional.

Entretanto, não há mudanças em relação ao tempo destinado a cada órgão. O Executivo terá 25 minutos; o Judiciário, 5 minutos; o Senado, 10 minutos; e a Câmara dos Deputados, 20 minutos.

Acordos
Dois destaques aprovados pelo Plenário, um do PDT e um do PSD, retiraram trechos que permitiam a interpretação de que o programa poderia começar a ser transmitido pelas emissoras comerciais e comunitárias a partir das 22 horas.

Na discussão do projeto, o líder do PDT, deputado André Figueiredo (CE), ressaltou que as rádios legislativas poderão transmitir as sessões de votação do Plenário sem interrupção pela Voz do Brasil. Ele também afirmou que a flexibilização de horário vai ampliar o alcance do programa. “A Voz do Brasil é um dos programas que temos a missão de defender, mas evidentemente que os tempos hoje são outros”, declarou.

A proposta recebeu críticas do PCdoB, da Rede e do Psol.

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (27) a Medida Provisória 801/17, que dispensa os estados de uma série de exigências para renegociar suas dívidas com a União com base nas leis complementares 148/14, 156/16 e 159/17.

A matéria, cuja vigência se encerra nesta quarta-feira (28), precisa ser votada ainda pelo Senado.

A primeira dessas leis trocou os índices de atualização (taxa de juros e de correção monetária) das dívidas renegociadas nos anos 1990, durante a gestão Fernando Henrique Cardoso. Antes, as dívidas eram corrigidas mensalmente pelo IGP-DI mais 6%, 7,5% ou 9%. A partir da lei, está sendo usado o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Ampliado (IPCA) mais 4% ou a taxa Selic, o que for menor.

Já a Lei Complementar 156/16 estabeleceu o Plano de Auxílio para estados endividados com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), alongando as dívidas em 20 anos.

Por meio da Lei Complementar 159/17 foi criado o Regime de Recuperação Fiscal dos Estados e do Distrito Federal (RRF), destinado a estados com mais urgência para retomada do equilíbrio fiscal, como Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. O texto concede moratória de três anos e prevê planos de corte de gastos.

O relator da MP na comissão mista, senador Fernando Bezerra Coelho (PMDB-PE), recomendou a aprovação do texto original da medida, sem mudanças.

Documentação
O governo alega que, mesmo com as novas condições previstas em algumas dessas leis, os estados não estão conseguindo refinanciar seus débitos em razão da documentação exigida.

De acordo com a MP 801, nos contratos de renegociação assinados com a União e lastreados pelas três leis, os estados estão dispensados de apresentar os seguintes requisitos:
- certidões de regularidade junto ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e ao Cadastro Informativo de Créditos não Quitados do Setor Público Federal (Cadin);
- certidão de regularidade com os tributos federais (exceto contribuições previdenciárias) e com a Dívida Ativa da União;
- cumprimento das regras relativas ao funcionamento dos regimes próprios de Previdência;
- comprometimento máximo da receita corrente líquida com despesas referentes a parcerias público-privadas;
- cumprimento de obrigações determinadas pelas leis 8.727/93 e 9.496/97 e pela MP 2.185/01. Essas normas autorizaram renegociações de dívidas estaduais no governo FHC.

Encargos financeiros
A MP 801 autoriza ainda o ministro da Fazenda a não elevar os encargos financeiros da dívida repactuada com base na Lei 9.496/97 caso o ente não tenha estabelecido o Programa de Reestruturação e de Ajuste Fiscal no prazo fixado ou que tenha descumprido as metas nele estipuladas.

O programa foi uma exigência da lei e contempla metas fiscais que devem ser atingidas pelos estados, como metas de resultado primário e de despesa com pessoal.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, criticou o governo federal por ter apresentado propostas da Câmara como se fossem novidade

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, afirmou que o governo não apresentou nenhuma novidade ao anunciar na segunda-feira (19) projetos prioritários na área econômica. Segundo Maia, a pauta apresentada é da Câmara, já que são propostas em tramitação, independentes do Executivo. Ele criticou o governo por apresentar a pauta como se fosse sua. “Esse é um café velho e frio que não atende como novidade a sociedade”, criticou.

“Do jeito que eles apresentaram é como se fosse a pauta do governo no Legislativo, isso é um abuso”, completou. De acordo com o presidente, o anúncio do governo foi um desrespeito com o Parlamento.

“O governo que apresente uma pauta econômica nova, porque a que está aqui o tempo de discussão e votação é definido pela presidência da Câmara. Vamos respeitar a independência dos poderes. A apresentação de ontem (segunda-feira) foi um equívoco, foi um pouco de desrespeito ao Parlamento já que os projetos já estão aqui”, destacou Maia.

Previdência
O presidente da Câmara disse ainda que o governo não tem votos para aprovar a reforma da Previdência e afirmou que não vai pautar projetos de lei, de natureza infraconstitucional, sobre o tema.

“Não dá para ficar criando espuma com a sociedade com um tema tão grave quanto esse. Não vou ficar discutindo por projeto de lei, algo que eu não sei se o governo tem ou não votos para aprovar”, afirmou.

O Plenário da Câmara dos Deputados não conseguiu votar nesta terça-feira (6) as duas medidas provisórias que estavam na pauta da primeira sessão de votações do ano legislativo: a que alonga o prazo para investimentos das empresas em rodovias federais objeto de concessão (MP 800/17) e outra sobre renegociação de dívidas de entes federativos com a União (MP 801/17).

Partidos de oposição ao governo Temer lideraram uma obstrução para marcar posição contrária à reforma da Previdência. O deputado Ivan Valente (Psol-SP) disse que esta será a postura do partido no decorrer deste ano. “A bancada do Psol está em obstrução total nesta Casa até a retirada, pelo governo, da reforma da Previdência. Nada passará”, disse.

Concessão de rodovias
Os deputados concluíram a fase de discussão da MP 800/17 na noite desta terça-feira. O deputado Esperidião Amin (PP-SC) criticou a proposta, que chamou de desequilibrada em favor das empresas. “O governo é conivente com a inadimplência das concessionárias, esquece o seu papel de árbitro na defesa do usuário, e enrola o cumprimento do seu compromisso pela não cobrança do pedágio em área urbana”, criticou.

Já o relator da matéria, o líder do PR, deputado José Rocha (BA), disse que a medida vai favorecer o usuário ao reequilibrar os contratos. “O governo altera os contratos justamente para que a infraestrutura viária concedida seja reprogramada na sua execução, permitindo o equilíbrio econômico-financeiro entre as empresas e o trabalho que elas se prestam a realizar”, disse.

O deputado Edmilson Rodrigues (Psol-PA) lembrou que o edital de concessão previa investimentos que deveriam ser cumpridos pelas empresas, que foram remuneradas por isso. “A empresa não faz o que precisa fazer. Apesar do discurso dos privatistas, os investimentos privados não chegam. E agora vem uma medida provisória e diz que, mesmo não cumprindo os contratos, as empresas serão premiadas, ampliando o prazo para os investimentos”, criticou.

A líder do PCdoB, deputada Alice Portugal (BA), também criticou a MP 800. Segundo ela, a medida vai beneficiar as empresas concessionárias em detrimento da população. “É o Refis das concessionárias, que terão benefícios, e toda a cobrança sobrará para aquele que trafega nas rodovias brasileiras”, disse.

Vice-líder do governo, o deputado Darcísio Perondi (PMDB-RS) defendeu a medida. “Estrangeiros e investidores estão chegando aqui no Brasil porque temos um programa extraordinário de concessões feito de forma rápida, aproveitando técnicos do governo passado que estavam ociosos”, disse.

A partir desta segunda-feira (5), o despacho postal foi reajustado dos atuais R$ 12 para R$ 15. O valor do serviço não sofreu nenhuma alteração desde a sua implantação, em outubro de 2014. No segmento de encomendas, os Correios concorrem com empresas privadas e o cálculo do reajuste é baseado na variação dos custos, tendências do mercado e evolução do cenário comercial de livre concorrência.

O despacho postal é o valor pago pelos importadores em razão da prestação dos serviços de suporte postal e apoio administrativo às atividades de tratamento aduaneiro e tem o objetivo de cobrir os custos com o processo de recebimento dos objetos, inspeção de raio X, armazenagem, recolhimento dos impostos, comunicação com destinatário e remetente, além da devolução da encomenda quando o destinatário não realiza o pagamento dos tributos.

Desde 22 de janeiro de 2018, todas as encomendas internacionais cuja declaração de importação for registrada na plataforma eletrônica Minhas Importações estarão sujeitas à cobrança do serviço de despacho postal, independentemente de serem tributadas pela Receita Federal.

Minhas Importações – Em dezembro de 2017, os Correios concluíram a implantação do novo modelo de importação, criado em parceria com a Receita Federal. Agora, os três centros internacionais da empresa, no Paraná, Rio de Janeiro e em São Paulo, utilizam a nova plataforma eletrônica de desembaraço aduaneiro.

Com isso, os órgãos de controle realizam as fiscalizações de forma automática e o consumidor pode interagir eletronicamente durante todo o trâmite, enviando documentos complementares, solicitando revisão de tributos e realizando o pagamento dos impostos e serviços pela internet, de forma simplificada. Assim, cumpridas as exigências fiscais e aduaneiras de forma eletrônica, os Correios podem entregar a mercadoria diretamente no endereço do destinatário.

A plataforma proporciona maior velocidade e controle ao processo aduaneiro, além de oferecer maior transparência no relacionamento com os importadores, que passam a ter acesso a cada etapa do desembaraço por meio de interface com a plataforma eletrônica disponibilizada no site dos Correios (www.correios.com.br).

Nesta quinta-feira (1/2), começaram as inscrições para o 47° Concurso Internacional de Redação de Cartas, realizado no Brasil pelos Correios. O concurso, promovido em todo o mundo pela União Postal Universal, tem como objetivo incentivar crianças e adolescentes a expressarem a criatividade e aprimorarem seus conhecimentos linguísticos.

O tema dessa edição é: “Imagine que você é uma carta que viaja no tempo. Que mensagem você quer deixar para seus leitores?”. Podem participar estudantes da rede pública e privada de ensino com até 15 anos (completos até maio de 2018).

As redações devem ser em formato de carta, escritas à mão, usando caneta esferográfica preta ou azul e conter no máximo 900 palavras. O estudante interessado em participar deve passar por uma seleção prévia em sua escola. Cada escola pode inscrever no máximo duas redações, até o dia 16 de março.

Prêmios – Os três primeiros colocados na fase estadual e as respectivas escolas recebem prêmios em dinheiro. O vencedor da fase nacional, além de troféu e R$ 5.000,00, representará o Brasil na etapa internacional. A escola receberá o valor de R$ 10.000,00.

A vencedora da etapa nacional, em 2017, é da cidade de Campina Grande, na Paraíba. Sabrina Brito Lira tem 14 anos e cursa o Ensino Médio na Escola Virgem de Lourdes. Também foram classificados na etapa nacional Fabrício Pupo Antunes, do Mato Grosso do Sul; e Kelian Leite Andrade, de Pernambuco, respectivamente segundo e terceiro lugar. Também foi concedida uma menção honrosa para a representante de Goiás, Emilly Oliveira Rodrigues, de apenas 11 anos de idade.

O Brasil já venceu a fase internacional do concurso, que acontece desde 1972, em três edições, sendo o segundo colocado em número de vitórias, atrás apenas da China, que tem cinco medalhas de ouro.

O regulamento completo do Concurso Internacional de Redação de Cartas está disponível no site dos Correios, no endereço http://www.correios.com.br/sobre-correios/sustentabilidade/vertente-social/concurso-internacional-de-redacao-de-cartas.

Para reforçar o combate à impunidade no Brasil, integrantes de uma comissão especial da Câmara dos Deputados querem a votação do novo Código de Processo Penal ainda neste semestre. O texto em análise (PL 8045/10) surgiu de uma comissão de juristas e já foi aprovado no Senado. Na Câmara, a proposta tramita em conjunto com outros 242 projetos de lei que tentam atualizar o código (Decreto-Lei 3.689/41), que é de 1941.

Para o presidente da comissão especial, deputado Danilo Forte (DEM-CE), o atual CPP está ultrapassado e contribui para a onda de impunidade no País. Apesar do tema complexo, Forte acredita na aprovação do novo CPP nos próximos meses.

"Existe uma necessidade urgente de se votar. Nós não podemos conviver em um país em que 61 mil assassinatos, entre homicídios e latrocínios, sejam considerados uma coisa comum e normal. O papel do Congresso Nacional é dar uma resposta em forma de legislação que tenha eficácia na condenação desses marginais. Não podemos continuar com essa máxima de que a polícia prende e a Justiça solta”, disse o deputado.

“Nós queremos iniciar fevereiro concluindo o relatório geral e colocando na pauta de votação. Já conversei com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, para ser um dos pontos principais de votação do semestre", afirmou Danilo Forte.

Recursos judiciais
O relator do novo Código de Processo Penal, deputado João Campos (PRB-GO), disse que a proposta torna mais efetivos o trabalho policial e as ações da justiça criminal. Entre as inovações do texto, Campos destaca as restrições aos recursos judiciais.

"O atual Código de Processo Penal prevê recursos infindos. Por isso, muita gente, principalmente quem tem dinheiro para contratar advogado e esgotar todos os recursos, dificilmente vai para a cadeia. Nós queremos garantir aquilo que já está na Constituição, que é a ampla defesa, mas restringir os recursos. Os recursos não podem ir além da defesa para dificultar a realização da Justiça", afirmou o relator.

Julgamento antecipado
Outra inovação, segundo João Campos, é a criação do chamado "julgamento antecipado" para os crimes de menor potencial ofensivo.

"Para os crimes com pena de até oito anos, se o acusado desejar – depois da conclusão da investigação –, ele poderá sentar com o Ministério Público, reafirmar a sua confissão espontânea e voluntária e, a partir disso, o Ministério Público indica a pena razoável e leva isso para o juiz. O juiz poderá homologar ou não. Homologando, o cidadão já cumpre a pena de plano e não terá direito a propor nenhum recurso – afinal de contas, ele concordou com aquela pena – e o processo já se encerrará. Isso vai significar um ganho extraordinário em termos de agilidade da Justiça", declarou João Campos.

O deputado Carlos Zarattini (PT-SP) vê perspectiva de acordo para concluir a votação do tema na Câmara, mas disse que o seu partido ainda vai buscar mudanças no texto final, sobretudo no capítulo que trata das garantias individuais.

"Acho importante porque vai ajudar muito no andamento dos processos penais. São várias pequenas questões que estão no projeto e que queremos discutir e ver se é possível um acordo para alterar. Se a gente resolver isso, com certeza poderemos votar, talvez, por unanimidade na Câmara", disse Zarattini.

A comissão especial de reforma do Código de Processo Penal já realizou várias audiências públicas, inclusive fora de Brasília, para ouvir especialistas sobre o tema.

O ano legislativo se inicia nesta sexta-feira (2) com as atenções voltadas para a reforma da Previdência em análise na Câmara dos Deputados (PEC 287/16). Esse deverá ser o tema central a partir da segunda-feira (5), quando será realizada a sessão solene de abertura dos trabalhos legislativos.

O presidente do Congresso, senador Eunício Oliveira, decidiu adiar a sessão inaugural de sexta para segunda-feira para garantir a presença dos parlamentares. Essa sessão formaliza o retorno dos parlamentares ao trabalho e também recebe, do Executivo, uma mensagem com as prioridades governamentais para o ano que se inicia.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, já reafirmou que vai manter o calendário anunciado no ano passado para a reforma da Previdência, que prevê o início da discussão a partir do dia 5 e votação para a sessão logo após o carnaval, no dia 19.

O relator da proposta, deputado Arthur Oliveira Maia (PPS-BA), deverá apresentar um novo texto sem alterar regras do benefício de prestação continuada – voltado a idosos e pessoas com deficiência de baixa renda – e sem modificar substancialmente a regra do tempo de contribuição para aposentadorias pelo Regime Geral de Previdência.

Estados e municípios, por outro lado, serão obrigados a unificar os regimes de servidores públicos e trabalhadores da iniciativa privada, a exemplo do que já acontece no governo federal desde 2013. Esses pontos foram anunciados por Maia no final do ano passado, quando ele fez um discurso em defesa da reforma. Governo e oposição passaram o recesso mobilizados sobre o assunto.

Eletrobras e comissões
Outro tema que deve mobilizar os debates do primeiro semestre é a privatização da Eletrobras, objeto de uma medida provisória suspensa pela Justiça e convertida pelo governo no Projeto de Lei 9463/18. A não ser que seja aprovada urgência para votar a matéria direto no Plenário, o projeto deverá passar pela análise das comissões, que terão novos presidentes eleitos a partir das negociações entre as lideranças partidárias.

A Câmara tem 25 comissões permanentes. A escolha dos presidentes de cada colegiado é feita com base no princípio da proporcionalidade partidária – quanto maior o partido, maior a precedência na ordem de escolha e no número de presidências que pode reivindicar.

Luis Macedo / Câmara dos Deputados
Dep. Arthur Oliveira Maia (PPS-BA) concede entrevista
Oliveira Maia: governo ainda não tem os 308 votos para aprovar a reforma
O PMDB, por exemplo, escolhe primeiro qual comissão quer presidir e tem direito a comandar mais de uma comissão. Geralmente, o maior partido reivindica para si a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, que é considerada a mais importante por ser a responsável pela análise de todos os projetos em tramitação pela Casa.

Há, no entanto, negociações que vão além da ordem de escolha e permitem trocas entre os partidos. Todas essas conversas devem adiar para depois do carnaval a escolha dos presidentes das comissões. Esse intervalo também poderá ser fundamental para manter o foco dos deputados na reforma em análise pelo Plenário.

Na quarta-feira passada (26), o relator da reforma da Previdência afirmou que o governo ainda não tem os votos para aprovar a proposta, mas que a base está empenhada para conquistar os parlamentares indecisos. Ele disse que o ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, informou que há, no momento, 275 votos certos para aprovar a reforma e, aproximadamente, 55 parlamentares indecisos. São necessários 308 votos para aprovar o texto.

Empresa colocou equipes de prontidão para atuar rapidamente em caso de desligamento

Campinas, 17 de janeiro de 2018 - A CPFL Paulista, distribuidora do Grupo CPFL Energia, que atende mais de 4,2 milhões de consumidores, em 234 cidades no interior do estado de São Paulo, está preparada para atuar emergencialmente durante o período em que acontece a 69ª Festa do Figo e 24ª Expogoiaba de Valinhos. A festa vai contar com dezenas de atrações musicais e começa no sábado (dia 20) às 11h, se encerrando no dia 04 de fevereiro (sempre de quarta-feira a domingo).

Durante todos os dias do evento, a CPFL Paulista adotará um plano especial de atendimento, visando eliminar quaisquer consequências negativas que eventuais interrupções possam provocar, ou problemas na rede de energia que coloquem em risco os frequentadores do evento. A CPFL também realizou inspeções em seu sistema elétrico que atende a região e, além disso, a distribuidora mobilizou seu contingente de profissionais, que estará de prontidão para atuar em caso de emergência. Equipes de técnicos e eletricistas ficarão posicionadas próximas ao recinto de eventos, no Parque Municipal de Feiras e Exposições Monsenhor Bruno Nardini, para agir prontamente, caso haja necessidade.

Informações sobre falta de energia podem ser feitas pelos canais de relacionamento da empresa:

· Web mobile: www.cpfl.com.br (acesso via smartphone)

· Site: www.cpfl.com.br

· SMS: enviar para 27351 (em casos de falta de energia, o cliente envia seu código de consumidor para este número e recebe também via SMS a previsão de restabelecimento)

· E-mail: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

· Contact Center: 0800 010 1010 (ligação gratuita)

· Agências de atendimento presencial nos municípios atendidos

Premiação foi feita no estande do Brasil na Feira Internacional de Turismo

O dia hoje foi de festa para o Brasil no estande do Ministério do Turismo na Feira Internacional de Turismo (FITUR), em Madri, Espanha. O espaço foi palco da entrega do título ‘Capital Latino-americana da Cultura Gastronômica’ à São Paulo, um reconhecimento à qualidade e diversidade da gastronomia paulistana. O título foi entregue pelo secretário-executivo do Ministério do Turismo, Alberto Alves, ao embaixador do Brasil em Madri, Antônio José Ferreira Simões.

“É uma honra para o Ministério do Turismo participar desse evento da concessão de um título tão importante para uma cidade brasileira. Esse fato, sem dúvida, contribui para que a gastronomia do Brasil, como um todo, seja um dos principais ativos do turismo nacional”, comemorou Alberto Alves.

A gastronomia é um dos itens mais bem avaliados pelos turistas internacionais que visitam o país. De acordo com pesquisa realizada pela Pasta, mais de 95% dos estrangeiros que estiveram no Brasil em 2016 aprovaram a gastronomia do país. A avaliação positiva é ainda maior se fizemos um recorte de avaliação por cidade – a gastronomia paulistana foi aprovada por 97,5% dos turistas internacionais no mesmo ano.

Participaram, ainda, da entrega do título o ministro do Turismo da Argentina, Gustavo Santos e o presidente da Academia Iberoamericana de Gastronomia, Rafael Anson.

BRASIL DOS GRANDES EVENTOS – Outra boa notícia para o turismo brasileiro foi comemorada nesta quinta-feira (18) também na FITUR. O Brasil será palco da 18ª edição da Feira Internacional de Turismo Termal, Saúde e Bem-Estar, a Termatalia 2018, maior congresso do mundo de turismo termal, saúde e bem-estar. Será a primeira vez que o evento será realizado em terras brasileiras. A Termatalia deve reunir cerca de três mil profissionais do turismo de 40 países.

Dados da Organização Mundial do Turismo apontam que o turismo termal deve crescer 9% nos próximos cinco anos, o dobro do esperado para o turismo convencional.

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