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Atenção

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O DAE (Departamento de Água e Esgoto) de Santa Bárbara d’Oeste começa a fornecer água tratada para a Vila Dainese com as instalações dos ramais residenciais na nova rede de água. Com investimentos de mais de R$ 800 mil, a autarquia iniciou a obra de troca de rede de água no bairro em julho deste ano, e segue na reta final. Moradores que já fazem uso da água de Santa Bárbara aprovaram essa importante ação no município.

Nesta semana, o técnico e funcionário do DAE, Denis Duarte, iniciou aferições da pressão da água em pontos do bairro que já recebem a água da nova rede. O serviço vai definir um parâmetro ideal no controle de bombeamento, que é feito através de uma linha de recalque no ponto de distribuição do Jardim Amélia. A medida prevê estabilizar a pressão da água no bairro, conforme determina as normas técnicas.

A Vila Dainese é um bairro barbarense que fica na divisa com Americana, e seu abastecimento de água, até então, era de responsabilidade da cidade vizinha, devido um acordo entre as administrações no passado, ficando o sistema de esgotamento sanitário por Santa Bárbara d’Oeste. Por conta disso, os moradores recebem duas faturas. Com a obra, o DAE barbarense vai unificar esses serviços passando a ser o gestor exclusivo dos serviços de água e esgoto do bairro, que deixa de ser abastecido por Americana.

Em paralelo às obras, são realizadas com os moradores ações de cunho ambiental, cuidados com a saúde e visitas nas represas e nas estações de tratamento de água de Santa Bárbara, sempre organizadas por uma equipe técnica da autarquia, em pareceria com a Prefeitura. Tanto a obra, como o cronograma de atividades das ações, vêm agradando os moradores da Vila Dainese.

Os vereadores Gualter Amado (PRB) e Rafael Macris (PSDB), membros da Comissão Especial de Estudos e Acompanhamento para a despoluição da Represa do Salto Grande, realizaram na quarta-feira (8) uma visita ao local onde está sendo construído um aterro sanitário na região do Pós-Represa.

De acordo com os vereadores, o objetivo da vistoria foi acompanhar o andamento das obras e fiscalizar para que o aterro não prejudique a represa do Salto Grande. “O objetivo da visita é a preocupação com a poluição da represa, pois a construção está muito próxima e precisamos saber qual será o prejuízo para o local. Um aterro gera poluentes e o trabalho da comissão é proteger e não deixar que isso polua ainda mais a represa”, afirmou Gualter.

“A obra está bem avançada e na nossa visão é um aterro muito grande para receber lixo apenas de Americana. Com certeza outras cidades depositarão o lixo no local e isso gera preocupação, porque existentes várias nascentes ao redor que podem ser prejudicadas. Sabemos que existe uma impermeabilização que protege a parte do lençol freático, mas isso não garante que possam acontecer incidentes. Vamos acompanhar de perto, pois a comissão tem uma preocupação muito grande com esse assunto”, concluiu Macris.

O vereador Paulo Monaro (SD) recebeu, nesta semana, resposta ao Requerimento 1302/2017, por meio do qual pedia informações quanto ao trabalho do setor de análises de projetos da Administração Municipal.

No ofício encaminhado ao parlamentar, a Prefeitura informa que no mês de outubro foram liberadas 94 certidões de habite-se, 20 de uso de solo, 82 alvarás de construção, cinco substituições de projeto, 64 certidões diversas e um cancelamento de viela. Com relação à construção de regularização, foram aprovados 77 projetos, sendo 67 residenciais, oito comerciais e dois industriais, além de cinco ampliações e reformas e 12 subdivisões.

Questionada pelo vereador a respeito da demora na aprovação de projetos, a Secretaria Municipal de Planejamento informou que essa situação se deve, em grande parte, ao volume de processos em análise e pelo tempo de resposta dos profissionais ao “comunique-se” para correção.

O tempo médio que os projetos simples permanecem em análise é de, em média, 30 dias, considerando análise, “comunique-se”, reanálise e aprovação. A Secretaria Municipal de Planejamento, no entanto, ressalta que existem projetos mais complexos, que demandam análises mais cuidadosas, como, por exemplo, projetos de edifícios multifamiliares, industriais e grandes comércios.

Ainda na resposta a Paulo Monaro, a Prefeitura informou que cinco técnicos trabalham no setor de aprovação, sendo que, cada um deles, analisa, em média, 59 processos. A Secretaria Municipal de Planejamento também aponta que 32,86% dos processos passam por pelo menos duas análises e 37,14% são analisadas até quatro vezes antes de serem aprovadas.

Os 30% restantes são analisados mais vezes, devido à complexidade dos projetos. Além de analisar os processos, esses técnicos do Setor de Aprovação também fazem atendimento ao público e orientações aos profissionais sobre diversas correções, com média de 427 atendimentos presenciais e 225 por telefone por mês.

Qualificação é oferecida em Depilação, Manicure/Pedicure e Design de Sobrancelhas

A Prefeitura de Nova Odessa qualificou e formou mais 52 profissionais da área da beleza, através de oficinas gratuitas em Depilação, Design de Sobrancelhas e Manicure e Pedicure com Decoração de Unhas. Nesta segunda, terça e quarta-feira, dias 6, 7 e 8, foram entregues os certificados de conclusão às participantes no CAS (Centro de Atendimento Social), do Jardim São Jorge, e no Clube da Melhor Idade.

As oficinas são promovidas pelo Fundo Social de Solidariedade em parceria com a empresa Acta Cursos. Diferente do CAS, que atende a pessoas de baixa renda da área de abrangência do órgão (Jardim São Jorge), com critérios prioritariamente sociais, o Clube da Melhor Idade – onde fica o Fundo Social – recebe munícipes da cidade toda. As aulas foram todas ministradas pela esteticista Rosi Lobão.

“Algumas das formadas são profissionais que vieram se aperfeiçoar, mas grande parte nunca teve contato com esse aprendizado. Teve gente que disse nunca ter pegado em um alicate”, conta a instrutora. “Tem aquelas também que vêm participar das oficinas pela autoestima, para aprender um novo ofício e ter uma ocupação, indo além da questão profissional”, detalha Rosi Lobão.

A esteticista garante que “todas estão aptas a entrar no mercado de trabalho”. Seja trabalhando por conta própria ou para terceiros em salões de beleza, elas podem buscar o espaço profissional. “Explicamos as vantagens e desvantagens de se trabalhar por conta ou para os outros”, frisa Rosi Lobão. “Além disso”, acrescenta, “ensinamos não apenas as técnicas práticas, mas também a ética profissional”.

A primeira-dama e presidente do Fundo Social de Solidariedade de Nova Odessa, Andréa Souza, ressalta o trabalho. “O governo do Prefeito (Benjamim) Bill (Vieira de Souza) tem investido constantemente na qualificação profissional, acreditando no potencial dos cidadãos, para que possam gerar renda própria e ajudar suas famílias”, destaca. “São todos cursos e oficinas de muita qualidade”, acrescenta.

Histórias – Tatiana de Ávila Santos, de 36 anos, foi uma das cidadãs a concluir o curso de Manicure e Pedicure. “Cada oportunidade que aparece procuro aproveitar”, diz ela, que já fez outros cursos na área de estética. Há dois anos desempregada, Tatiana agora tem de ficar em casa cuidando da mãe, doente. “É importante esses cursos, porque posso atender as clientes em casa”, afirma.

Outra munícipe a se qualificar gratuitamente como manicure e pedicure foi Ivani Rosa, 31. “Fiz (o curso) para aperfeiçoar meus conhecimentos e gostei muito”, ressalta. Ela está ‘fazendo unha’ na própria residência e pretende ampliar a obtenção de renda própria a partir do aprendizado adquirido. “Já estou trabalhando nessa área da beleza e quero melhorar ainda mais com a prática”, acrescenta Rosa.

O curso também teve serventia para Maura Cristina Beregaray, de 49 anos. Muitos anos atrás ela chegou a trabalhar como manicure, mas atuou em outros ramos. “Estou desempregada e o meu esposo também. Então resolvi reaprender e me aperfeiçoar, para trabalhar de novo com isso e conseguir uma renda”, completa. Com o certificado oficial do Fundo Social de Solidariedade, ela pretende prospectar clientes.

Por sua vez, Amanda Caroline Nogueira, 22, mora no Jardim São Jorge, área de abrangência do Centro de Atendimento Social. Ela nunca tinha tido contato com oficinas de qualificação. “Eu fazia a unha de amigas, treinando e pensando em fazer um curso assim, pra aprender profissionalmente”, conta a jovem. “A oportunidade surgiu e me ajudou muito”, finaliza.

Prefeitura recebe solicitações de anistia do imposto na Central de Atendimento ao Cidadão

Os aposentados e pensionistas de Nova Odessa que nunca requisitaram isenção no pagamento do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) podem procurar o agendamento na Prefeitura até o dia 30 deste mês. O prazo teve início na quarta-feira (1º) e é válido para quem solicita a anistia do imposto pela primeira vez. A adesão de quem já costuma requisitar anualmente foi encerrada em outubro.

O Programa de Anistia da Prefeitura de Nova Odessa é baseado nas leis municipais 1.689/1999 e 1.707/1999, que preveem critérios para a concessão. Às pessoas habituadas a solicitar a isenção, a Administração Municipal havia enviado carta aos beneficiários para lembrar de trazer a documentação. Podem requerer aposentados e pensionistas que possuam apenas um imóvel e residam no mesmo.

Além disso, o benefício é válido somente para quem recebe até dois salários mínimos e meio mensais como aposentadoria ou pensão do INSS (Instituto Nacional de Seguridade Social). E o terreno do solicitante deve ter no máximo 500 metros quadrados. As pessoas podem comparecer na Central de Atendimento da Prefeitura das 8h às 16h30, de segunda a sexta-feira.

Após protocolar o pedido com toda a documentação necessária, os processo serão analisados e os aposentados e pensionistas beneficiados com a anistia serão comunicados. A Central de Atendimento ao Cidadão funciona no Paço Municipal, que fica na Avenida João Pessoa, no Centro. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (19) 3476-8600, ramais 277 ou 314.

Confira abaixo os documentos necessários:

- cópia do demonstrativo de lançamento (1ª folha do carnê de IPTU 2017)

- cópia do contrato ou escritura do imóvel

- cópia do RG, CPF e comprovante de endereço atualizado

- comprovante de rendimentos do INSS, que pode ser impresso no site https://meu.inss.gov.br/central/index.html

Obs: se viúvo (a), cópia da certidão de óbito; se casado(a), da certidão de casamento

Prática esportiva e integração entre alunos e escolas. Desenvolvimento corporal, social e afetivo dos envolvidos. Os Jogos Escolares 2017 de Santa Bárbara d’Oeste trazem diversos benefícios aos alunos da rede municipal de ensino. A terceira e última fase do torneio nas escolas com as disputas do Basquete Masculino e Feminino. De abril e setembro foram realizadas as competições da primeira e segunda fases.

Nesta semana mais de 300 alunos de 10 e 11 anos do 5º ano de 26 escolas municipais participam da fase de grupos com os times jogando em escolas sedes e também no Ginásio Municipal “Claudemir Martim Daniel – Mirzinho”, no São Francisco. Já na próxima segunda (13) e na quarta-feira (14) serão disputadas as finais no Ginásio Municipal “Djaniro Pedroso”, no Centro.


Os jogos acontecem no CIEP (Centro Integrado de Educação Pública) “Profª Therezinha de C. Pacheco Sbravatti”, no Jardim Europa, CIEP “Prof. José Renato Pedroso”, no Parque do Lago, CIEP “Antônia Fagnoli Furlan”, no 31 de Março, CIEP “Padre Victório Freguglia”, no Pântano II, CIEP “Leonel de Moura Brizola”, no Santa Rita, e Ginásio Municipal “Claudemir Martim Daniel – Mirzinho”, no São Francisco.


A primeira fase dos Jogos Escolares 2017 contemplou o Atletismo, com as modalidades Corrida 60 metros, Revezamento 4x60, Lançamento de Pelotas e Salto em Distância, consagrando o CAIC “Irmã” Dulce como escola campeã. A segunda fase contou com as disputas do Futsal. CAIC “Irmã Dulce” e CIEP “Padre Victório Freguglia” conquistaram o título do Futsal Masculino e Feminino, respectivamente.

Maior segurança ao cidadão e o respeito ao nome da via e legislação vigente. A Prefeitura de Santa Bárbara d’Oeste, por meio da Sesetran (Secretaria de Segurança, Trânsito e Defesa Civil), recebeu a última remessa de placas denominativas para serem instaladas em ruas e avenidas da cidade. Iniciado em 2013, o projeto instalou 6.779 placas, com 100% das vias do Município devidamente sinalizadas, finalizando os serviços nos bairros Parque das Nações, Residencial Dona Margarida, San Marino e Vila Bortoletto.

Segundo o secretário de Segurança, Trânsito e Defesa Civil, Rômulo Gobbi, todos os bairros que necessitavam foram abrangidos. “Este trabalho é de suma importância colocado em prática após solicitação do prefeito Denis Andia. Foram anos em que essa ação foi esquecida. Identificamos as ruas em todas as esquinas, facilitando a locomoção das pessoas. A partir de agora, assim que esta última remessa seja instalada, a Prefeitura cuidará apenas da manutenção, troca de algumas degradadas ou retiradas por vândalos”, explicou.

Nas instalações foram empenhados os funcionários da Defesa Civil com ações que contaram com o auxílio de mão de obra alternativa, sendo pessoas sentenciadas por penas de menor potencial ofensivo. Caso seja necessário, os serviços para instalação ou troca de placas podem ser solicitados por meio do telefone (19) 3457.9444.

O vereador Thiago Martins (PV) visitou na quarta-feira (8) a região do Zincão, no Parque da Liberdade. O parlamentar acompanhou um trabalho de vídeo monitoramento aéreo realizando através de drones para fiscalizar o aumento das moradias irregulares no local.

Martins lembrou que já apresentou dois requerimentos na Câmara Municipal de Americana solicitando informações sobre o aumento de moradias, além de ter se reunido com o secretário de Habitação e Desenvolvimento Urbano, Charley Petter, para discutir o assunto.

Segundo o vereador, há uma cratera no local que compromete a estrutura das moradias e coloca em risco a vida da população. “O risco é iminente, ainda mais pelo alto número de crianças na região”, comentou Martins.

O vereador Juninho Dias (PMDB) protocolou na secretaria da Câmara Municipal de Americana dois requerimentos em que pede informações do Poder Executivo em que pede informações sobre o fornecimento de escrituras gratuitas a famílias que têm direito ao benefício.

Nos documentos, o parlamentar afirma ter recebido diversos questionamentos em seu gabinete sobre o direito da escritura gratuita em determinados bairros de Americana, bem como relatos de casos em que a escritura ainda não foi entregue mesmo após anos da solicitação.

“Sabe-se que há alguns anos inúmeras famílias entraram com pedido para adquirir escritura gratuita de seus imóveis através de um programa da prefeitura. Sabe-se também, após consulta à secretaria competente, que diversas dessas famílias não receberam essas escrituras por vários motivos, entre eles por falta de verba e oscilações no cenário político municipal”, aponta Juninho.

“Através dos questionamentos, este vereador pretende acompanhar esses pedidos para se certificar de que essas famílias terão suas escrituras, que lhes são de direito”, completa.

No primeiro requerimento, Juninho pede relação das famílias que possuem direito de adquirir escritura gratuita mas ainda não deram entrada no processo residentes nos bairros Zanaga I e II, Profilurb, Jardim Brasil, Jardim Guanabara, Jardim da Mata, Conjunto Habitacional Mário Covas, Novo Paraíso III, Mathiensen, Jardim dos Lírios, Parque da Liberdade, Jardim da Paz, São Jerônimo e Jardim do Lago.

Já no segundo documento, o parlamentar pede relação das famílias residentes nos mesmos bairros que deram entrada no processo mas ainda não receberam a escritura. Questiona, ainda, por que os bairros Vale das Nogueiras, Vila Bela e ASTA I e II não foram beneficiados pela lei municipal nº 5458/2013, e qual a previsão para a liberação das escrituras que ainda não foram entregues.

Os requerimentos serão discutidos e votados pelos vereadores em Plenário, durante a sessão ordinária de quinta-feira (9).

A Casa da Criança Pitanga, na Praia Azul, fez uma pesquisa com seus alunos para representarem em desenhos o que eles consideravam seus direitos. A resposta veio com figuras que simbolizavam paz, alimentação, abraços, beijos, paixão, felicidade, cuidado das mães, carinho, felicidade, cuidado, festa, família, brincadeiras, etc.

A pesquisa foi feita durante o projeto, “Mês das crianças – direitos das crianças e adolescentes”, pensado para comemorar a data deles. “A escola, desde o início do ano, adotou uma postura de não comemorar as datas comemorativas e repensar esses períodos já que muitas têm mais um sentido comercial”, disse a pedagoga da Pitanga, Tatiana Rodeli. Foi assim que no mês de outubro, considerado o mês das crianças, a escola resolveu trabalhar o ECA com a família discutindo principalmente os direitos e deveres em relação às crianças.

A pedagoga queria fugir dos estereótipos de que dia das crianças é igual a receber e ganhar brinquedos. “Os pais tinham que participar de nosso projeto. Queríamos resgatar que criança é essa. Seriam crianças com acesso a saúde, educação, lazer, cultura e acessibilidade?”, questiona a pedagoga. Para poder realizar o projeto a escola dividiu temas por salas de aula.

O berçário, por exemplo, que atende crianças de seis meses a um ano e meio, as professoras estudaram o capítulo I (dos direitos fundamentais), o direito à vida e a saúde.

No maternal (dois anos de idade) foi discutido o capitulo II (do direito à liberdade, ao respeito e à dignidade). Neste capitulo as professoras pesquisaram como era a intervenção dos pais com seus filhos em relação à parte lúdica. “O que se pode fazer com essas crianças?”, questionaram. O maternal II (3 e 4 anos) viu o capitulo IV, direito à educação, cultura, esporte e lazer.

Os professores de Emei da manhã (4 e 5 anos) refletiram sobre direito à convivência familiar e comunitária. “Fizemos um trabalho sobre criança abrigada que querem ser adotadas. Mães que querem adotar e não conseguem”, disse Tatiana. Para este capitulo foram feitos vários trabalhos de arte como: retrato da criança, desenhos, construção de casas, maquetes de casas e importância da casa.

As professoras de Emei da tarde estudaram o capitulo II, da prevenção especial, seção I, da informação, cultura, lazer, esportes, diversões e espetáculos. “Desenvolvemos questionamentos sobre quais acessos eles estavam tendo em casa. Tipos de filmes que viam e programas (novelas). No relato delas houve compartilhamento de filmes com características violentas, novelas com temas inadequados para a idade, etc.

O projeto reuniu as 350 crianças da escola e ontem,(7/11), será concluído com a participação dos pais na escola em dois períodos. “Os pais viram as apresentações das crianças, as mostras, as atividades que elas participaram acesso as pesquisas e livre acesso à escola”, disse a pedagoga. Houve ainda momento de interação com os pais mostrando os trabalhos que eles fizeram e uma conversa das crianças com os pais sobre os temas tratados no projeto.

“A escola viu este ano a necessidade cultural de refletir os temas junto com as crianças e os pais. Vimos vários estudos durante o ano como na parte da festa junina trabalhar questão cultural da alimentação. A festa da família, por exemplo, foi significativa, reunindo umas 700 pessoas”, concluiu a pedagoga.

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